Carolina Dieckmann mostra a radiofrequência que faz no rosto: “A gente não quer mudar nada”
Carolina Dieckmann levou a câmera para dentro do consultório e mostrou a radiofrequência monopolar que faz no rosto. O aparelho aquece a derme para forçar colágeno novo, dura meia hora e não afasta ninguém do trabalho — mas o resultado só fecha em 3 a 6 meses.
- Carolina Dieckmann, 47 anos, começou uma série no Instagram mostrando os procedimentos que faz no rosto. O primeiro é radiofrequência monopolar.
- A tese dela é prevenção: “a gente não quer mudar nada”. O aparelho aquece a pele por dentro para forçar produção de colágeno.
- É uma sessão de cerca de 30 minutos, sem afastamento, e o resultado só aparece por completo em 3 a 6 meses.
Carolina Dieckmann resolveu abrir a agenda de dermatologista. A atriz, de 47 anos, publicou o primeiro episódio de uma série que batizou de SkinCarol e levou a câmera para dentro da sala: “vocês me perguntam tanto das coisinhas que eu faço”, escreveu.
O procedimento do vídeo é radiofrequência monopolar, feito com um aparelho que ela chamou de favorito. O post passou de 223 mil visualizações.
O que é a radiofrequência monopolar que Carolina Dieckmann fez?
É calor controlado, aplicado fundo. A ponteira emite ondas de rádio numa frequência fixa que atravessam a superfície e aquecem a derme — a camada onde mora o colágeno — enquanto um sistema de resfriamento mantém a pele de cima fria.
Esse aquecimento faz duas coisas ao mesmo tempo. Contrai na hora as fibras de colágeno que já existem, o que dá o efeito de firmeza imediato, e provoca os fibroblastos a produzir fibra nova nas semanas seguintes. É o mesmo princípio de outros aparelhos de flacidez, com a diferença de chegar mais fundo sem furar a pele.

Quanto tempo dura e quando aparece o resultado?
A sessão de face leva cerca de 30 minutos e não tem recuperação: dá para sair da clínica e voltar ao trabalho. No vídeo, Carolina termina rindo — “acabou!” — sem marca no rosto.
O resultado, porém, é lento. Firmeza aparece progressivamente ao longo de 3 a 6 meses, porque depende de colágeno novo, que o corpo leva semanas para fabricar. Em geral, indica-se uma sessão por ano para manutenção.

Quanto custa uma sessão?
Não existe tabela pública, e clínica nenhuma publica preço de aparelho importado. As estimativas que circularam nesta semana falam em até R$ 28 mil pela face completa — número que varia conforme a área tratada, a quantidade de disparos e a cidade.
Vale saber o que se está comprando: como é sessão única anual, o valor não se repete todo mês, ao contrário de protocolos que pedem dez sessões. Quem for pesquisar deve perguntar quantos disparos estão incluídos — é isso, e não o tempo da sessão, que define o preço.
Por que ela decidiu mostrar?
Pela pergunta que não parava de chegar. E, pelo que ela diz no vídeo, para deixar clara a intenção do que faz: “a gente vai fazer uma radiofrequência monopolar”, explica, e completa que o objetivo está “na prevenção”.
“A gente não quer mudar nada.”
Carolina Dieckmann, em vídeo publicado no Instagram em 24 de agosto de 2026
O que a Foka acha: a frase vale mais que o aparelho. Prevenção e transformação são pedidos diferentes na cadeira do consultório, e confundir os dois é o caminho curto para a frustração. Carolina nomeou o que estava comprando — informação que costuma faltar nesse tipo de vídeo.
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Com informações do vídeo publicado pela própria Carolina Dieckmann no Instagram e da documentação técnica de fabricantes e clínicas sobre radiofrequência monopolar.
— Cláudia Fofoka