FOFOKA

Política de correções

A gente erra. Site de notícia que diz o contrário está mentindo na primeira linha. O que dá para prometer é o que acontece depois do erro.

O que a gente faz quando erra

  • A correção entra na própria matéria, com data e hora, num bloco visível no pé do texto.
  • O trecho errado não some em silêncio. A matéria passa a dizer o que estava escrito antes e o que mudou.
  • Se o erro estava no título, o título é reescrito — mas o endereço da página continua o mesmo, para não quebrar link de quem compartilhou.
  • Erro grave, que compromete a matéria inteira, tira a matéria do ar. No lugar dela fica uma nota explicando o que houve.

Como pedir uma correção

O pedido precisa de três coisas:

  • o link da matéria
  • o trecho que está errado
  • o que é correto, e como a gente pode conferir

Assessoria, advogado ou a própria pessoa citada: identifique-se. Todo pedido chega ao responsável identificado no expediente.

Prazo

Erro factual claro — nome, data, número, atribuição trocada — a gente corrige assim que confere, e a meta é o mesmo dia. Casos que exigem apuração levam mais, e nesse caso a gente responde dizendo que está apurando, em vez de deixar no vácuo.

Direito de resposta

Quem foi citado numa matéria e discorda do que saiu tem direito a se manifestar. A resposta é publicada na própria matéria, com o mesmo destaque do trecho contestado, identificada como manifestação de quem a enviou. A gente não edita o conteúdo da resposta — só corta o que for ofensa a terceiro.

Pedido de remoção

Analisamos caso a caso. Tiramos do ar sem discussão quando o conteúdo envolve material íntimo, dado pessoal sensível exposto sem consentimento, ou pessoa menor de idade identificada em contexto que a prejudique. Fora disso, discordar da matéria não é, por si só, motivo de remoção — mas é motivo de direito de resposta, e esse a gente garante.